19/10/2011
Sexta-feira, 11h30min. O movimento de carros e de pedestres na Av. Almirante Maximiniano da Fonseca era pequeno. Sempre que o fluxo de veículos aumentava um pouco, surgiam pessoas querendo atravessar a via, pra variar, longe de mim.
Sexta-feira, 11h30min. O movimento de carros e de pedestres na Av. Almirante Maximiniano da Fonseca era pequeno. Sempre que o fluxo de veículos aumentava um pouco, surgiam pessoas querendo atravessar a via, pra variar, longe de mim.
Hoje, para ter uma noção mais clara de como ainda estou
sendo subutilizada, resolvi fazer estatística: no intervalo de tempo entre
11h30min e 11h40min, contei quantos pedestres passaram a rua sobre mim e
quantos preferiram se arriscar. E o placar foi o seguinte: 22 x 1 para os que
atravessaram fora. (Vale salientar que só contei os 22 que passaram a menos de
10 metros de mim. Se eu fosse enumerar todos os que fizeram a travessia longe
de mim, xi... Teria perdido as contas!) E é, justamente, “essa” pessoa que me
faz ter sentido de existir! Continue dando exemplo!

Boa ideia essa da contabilidade de travessias.
ResponderExcluirBom trabalho!